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Nov 08

 

 
 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     

Uma grande aventura

 
 
Num chuvoso dia de Inverno, numa verdejante planície, estava o lenhador Joel completamente perdido. Andava à procura da alegria que tinha desaparecido desde que o seu pai o obrigou a ser lenhador. Ele queria ser pintor.
Avançava a custo, pela planície. De repente, um tapete bateu-lhe na cara, quase o tombando. Era um tapete voador!
Joel  pôs-se em cima do tapete e foi para o país dos pintores.
No caminho esbarrou-se numa rocha enorme e o tapete ficou sem o poder de voar.
Sem saber o que fazer. Sentou-se à beira de uma árvore e no cimo da árvore viu num ninho de corvo. Subiu à árvore, espreitou o ninho e viu um anel mágico. Escondeu-se, nos ramos e aproveitou a saída do corvo para tirar o anel.
Experimentou o anel. Cabia-lhe perfeitamente no dedo. Passado um bom bocado, disse, estou cheio de sede e apareceu-lhe, logo, um copo de água nas mãos.
Pensou para ele. Este anel é mágico! Disse ao anel, quero estar dentro de uma gruta. E Apareceu dentro de uma gruta. O que não sabia é que lá vivia um feiticeiro e que este se apercebeu logo da sua presença. Mal o feiticeiro o viu lançou-lhe um feitiço e o Joel protegeu-se com o seu anel. O feiticeiro desapareceu e Joel pediu ao anel que o levasse para o país dos pintores. Num instante viu-se no país dos pintores onde viveu feliz para sempre.
  Pedro, Margarida e Marcelo
 
 
Animais que eu conheço
 
 
Eu conheço
a faneca
que não bebe
pela caneca.
 
Eu conheço
o chicharro
que não tem
um carro.
 
Eu conheço
o tubarão
que não gosta
de pão.
 
Eu conheço
a baleia
que não anda
na areia.
 
Eu conheço
a raia
que não tem
o nome de Maia
 
Luísa
 
 
 
 
 
 

 

publicado por Além turma do quarto ano B às 16:16

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